Hoshana Rabba: sete voltas, súplica e teshuvá
O sétimo dia concentra as hoshanot e o costume das aravot. Sua linguagem de julgamento deve ser lida junto da possibilidade de teshuvá, não como fatalismo.

O altar era rodeado uma vez em cada dia e sete vezes no sétimo. A súplica acompanhava o movimento: o povo pedia salvação. A Mishná descreve essa diferença dentro do serviço de Sucot; o último dia concentra aquilo que vinha sendo realizado ao longo da festa (Mishná Sucá 4:5).
A repetição não é uma volta sem destino. O centro do serviço era o altar, e a palavra se dirigia a Deus. Nas práticas posteriores das hoshanot, a memória desse percurso permanece sob outras condições, depois da destruição do Templo. A recordação não deve apagar a diferença entre o serviço antigo e o costume da comunidade que o lembra.
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