Yitzchak na sucá: permanecer para fazer a água reaparecer
Os poços reabertos por Yitzchak revelam um serviço de profundidade e permanência. A guevurá não se reduz a severidade nem a imobilidade.

Os poços cavados nos dias de Avraham haviam sido entulhados. Yitzchak voltou a abri-los e lhes deu os nomes que seu pai havia dado. A água não precisava ser criada novamente; precisava ser alcançada debaixo daquilo que a encobria. Depois vieram outros poços, as disputas de Essek e Sitná e, por fim, o espaço de Rechovot (Bereshit 26:18–22).
A ordem recebida por Yitzchak durante a fome foi diferente do caminho percorrido anteriormente por Avraham: não descer ao Egito. Essa permanência acompanha sua condição particular depois da Akedah. Rashi o descreve como uma oferta íntegra, à qual não convinha sair da terra. A diferença entre pai e filho pertence ao relato; não é uma oposição entre um patriarca ativo e outro sem ação (Bereshit 26:2; Rashi).
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