Yosef na sucá: fidelidade no meio da abundância
Yosef conserva sua ligação com Deus no trabalho do Egito. A festa da colheita encontra nele uma pergunta sobre prosperidade, fidelidade e aliança.

Yosef percorreu a terra do Egito durante os anos de fartura. Reuniu alimento nas cidades e acumulou cereais em quantidade tão grande que a contagem foi abandonada. O relato não apresenta sua fidelidade a Deus como ausência de trabalho material: ela permanece no meio de uma responsabilidade que alcançava o sustento de muitos (Bereshit 41:46–49).
Antes dessa posição, Yosef já havia servido na casa de Potifar. Seu senhor percebeu que Deus estava com ele. Rashi relaciona essa percepção ao Nome celeste habitual em sua boca. O sucesso narrado não aparece como uma afirmação de autossuficiência de Yosef; sua palavra reconhece uma origem que não se limita à própria capacidade (Bereshit 39:2–3; Rashi sobre 39:3).
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