Shlomô e Chiram: os cedros para a Casa de Hashem
A construção da Casa de Hashem reuniu a sabedoria de Shlomô e o trabalho de muitas mãos. Chiram, rei de Tzor e amigo de David, ofereceu madeira e colaboração.
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Pomar da Sabedoria
Histórias dos tzadikim, dos mestres da Chassidut, dos mekubalim e de Shlomô, com suas fontes e ensinamentos.
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A construção da Casa de Hashem reuniu a sabedoria de Shlomô e o trabalho de muitas mãos. Chiram, rei de Tzor e amigo de David, ofereceu madeira e colaboração.
Continuar a investigaçãoO Beit HaMikdash — בֵּית הַמִּקְדָּשׁ, a Casa do Santuário — levou sete anos para ser construído por Shlomô. David havia preparado materiais e orientado o filho; agora a tarefa alcançava seu tempo de realização.
Continuar a investigaçãoA sabedoria também se manifesta nas mãos que sabem trabalhar. Shlomô chamou de Tzor um artesão chamado Chiram, apresentado como alguém cheio de sabedoria, entendimento e conhecimento para realizar obras em bronze.
Continuar a investigaçãoDepois que o Templo e a casa real ficaram prontos, Shlomô recebeu novamente a palavra de Hashem. A oração havia sido ouvida, a Casa fora santificada e o rei era chamado a continuar andando com integridade de coração.
Continuar a investigaçãoShlomô havia construído o Templo e precisava conduzir a Arca ao lugar mais interior do Santuário. Os portões, porém, permaneceram fechados.
Continuar a investigaçãoNa dedicação do Templo, Shlomô incluiu em sua oração as pessoas que estariam longe: quem enfrentasse o exílio, quem carregasse uma dor íntima e o estrangeiro vindo de outra terra por ter ouvido falar do Nome de Hashem. A Casa seria um lugar de oração, e o rei dirigiu seu pedido ao Criador, que escuta além de qualquer distância.
Continuar a investigaçãoIsrael celebrou a dedicação do Templo durante sete dias e prosseguiu por mais sete na festa de Sucot. A alegria daquela ocasião alcançou também Yom Kipur, e os participantes ficaram aflitos ao considerar a gravidade de terem comido no dia do jejum.
Continuar a investigaçãoShlomô plantou árvores de ouro no Templo, e elas davam frutos de ouro em sua estação. Quando o vento soprava, os frutos caíam.
Continuar a investigaçãoUma cesta cheia de coisas preciosas precisa de alças para ser carregada. Os sábios empregaram essa imagem ao falar de Shlomô: antes dele, a Torá se assemelhava a uma cesta sem alças, e ele lhe deu alças.
Continuar a investigaçãoUma palavra dada a quem vai trabalhar já estabelece uma responsabilidade. Quando o filho de Rabi Yochanan ben Matya contratou trabalhadores e lhes prometeu alimento, seu pai lhe pediu que esclarecesse os termos antes do início do serviço.
Continuar a investigaçãoNa construção do Templo, as pedras eram preparadas para chegar ao seu lugar sem o ruído de instrumentos de ferro dentro da Casa. Shlomô perguntou aos sábios como realizar esse trabalho, e eles lhe falaram do shamir, capaz de abrir materiais resistentes.
Continuar a investigaçãoShlomô passou a pedir alimento e a dizer que era o rei de Israel. Depois de entregar a Ashmedai o anel e retirar a corrente que o continha, fora lançado para longe do palácio.
Continuar a investigaçãoShlomô tentou proteger dois escribas de sua corte e os enviou a Luz. Ao chegar à entrada daquele lugar, eles morreram.
Continuar a investigaçãoA Torá ordena que o rei conserve consigo um escrito da instrução divina e o leia todos os dias de sua vida. Essa leitura deveria ensiná-lo a temer Hashem e guardar Seus mandamentos.
Continuar a investigaçãoBenaiahu conduzia Ashmedai a Yerushalayim quando começou a observar gestos que não compreendia. O prisioneiro ajudou um cego e um homem embriagado, chorou diante de um casamento e riu ao ouvir um comprador pedir sapatos para sete anos.
Continuar a investigaçãoDavid morreu no Shabat, e Shlomô procurou a casa de estudo para saber como cuidar do corpo do pai. A honra devida ao falecido precisava caminhar com a observância do dia sagrado.
Continuar a investigaçãoOs sábios discutiam a participação de Shlomô no עוֹלָם הַבָּא — Olam HaBa, o Mundo Vindouro. A imagem de David se apresentou diante deles, fogo alcançou seus bancos e uma voz celestial recordou o serviço prestado pelo rei.
Continuar a investigaçãoOs ensinamentos de Shlomô chegaram às gerações seguintes por meio de pessoas que os guardaram e transmitiram. Mishlê registra esse trabalho: “Também estes são provérbios de Shlomô, que os homens de Chizkiyahu, rei de Yehudá, copiaram”.
Continuar a investigaçãoA alegria de uma mitzvá prepara o coração para a Presença Divina. Os sábios chegaram a esse ensinamento ao estudar afirmações de Kohelet que pareciam se contradizer: uma passagem louva a alegria, outra pergunta o que ela realiza.
Continuar a investigaçãoShlomô desejou julgar pelo conhecimento de seu coração. Uma voz celestial lhe recordou a exigência da Torá: “Pela palavra de duas testemunhas”.
Continuar a investigaçãoShlomô investigou, perguntou e examinou as leis da פָּרָה אֲדֻמָּה — pará adumá, a vaca vermelha. Diante de sua razão profunda, reconheceu: “Eu disse: tornar-me-ei sábio; mas ela está distante de mim”.
Continuar a investigaçãoA pequena letra י — Yud — se apresentou diante de Hashem para defender seu lugar na Torá. Shlomô acreditava compreender a razão da restrição imposta ao rei e julgou que poderia multiplicar esposas sem desviar seu coração.
Continuar a investigaçãoQuando Shlomô se casou com a filha do faraó, Gavriel desceu e fincou uma haste no mar. Ao redor dela se formou a terra sobre a qual surgiria Roma.
Continuar a investigaçãoShir HaShirim canta o vínculo; Mishlê orienta a conduta; Kohelet examina a passagem da vida. Rabi Yonatan aproximou os três livros de Shlomô das vozes de três idades: o jovem canta, o adulto aconselha e o idoso considera a fugacidade do que viveu.
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