Hadas: os caminhos agradáveis da Torá
A identificação do hadas reúne a forma das folhas, a tradição legal e a afirmação de que os caminhos da Torá são caminhos de paz.

As folhas cercam o ramo em grupos, formando a aparência entrelaçada que acompanha o anaf etz avot da Torá. O hadas não entra no feixe apenas porque possui cheiro agradável. Sua forma participa de sua identificação, e a halachá distingue o ramo apropriado daquele cujas folhas não apresentam a disposição exigida (Vayikrá 23:40; Rashi; Rambam, Hilchot Shofar, Sucá veLulav 7:2).
Uma planta parecida não se torna hadas por satisfazer apenas uma parte da descrição. A discussão talmúdica considera outras possibilidades antes de rejeitá-las. Ao tratar do oleandro, Abaye invoca os caminhos agradáveis da Torá; Rava traz a ligação entre verdade e paz. A determinação da espécie é lida junto de características que não contradizem esse caminho (Sucá 32b; Mishlei 3:17; Zechariá 8:19).
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