Lulav: o movimento que reconhece o Senhor das direções
Tomar o lulav e movimentá-lo são gestos relacionados, mas distintos. A halachá e as kavanot esclarecem o que as mãos fazem durante o Hallel.

O lulav é levado para fora e trazido de volta. O corpo não permanece imóvel enquanto os lábios dizem o Hallel. As mãos acompanham a oração, voltando-se para o espaço que cerca a pessoa e para o que está acima e abaixo dela. A Guemará relaciona esses movimentos ao reconhecimento de que os céus, a terra e as direções pertencem ao Santo, bendito seja (Sucá 37b).
A mitzvah começa com as quatro espécies determinadas pela Torá, não com uma coreografia isolada. O ramo de palmeira é um só; a leitura de kapot transmitida por Rashi acompanha essa identificação. A altura da sua coluna, que ultrapassa o hadas, ajuda a compreender por que o lulav dá nome à bênção, sem tornar dispensáveis as outras espécies (Rashi sobre Vayikrá 23:40; Sucá 32b; 37b).
Entre para continuar a leitura.
Entre ou crie sua conta gratuita para ler o artigo completo.